Entrevista • Antônio Sanchez Peral, “Tunico” A história de vida no campo cultivada com confiança e trabalho

“Eu vi esses meninos crescerem e hoje eu vejo com orgulho essas fazendas e o respeito deles comigo e todo mundo aqui.”


Aos 66 anos, Antônio Sanchez Peral, o Tunico, acompanhou de perto os limites das fazendas Beloni chegarem a Minas Gerais e continuarem em expansão.


Motorista experiente, desde o início acompanhou Jobé Beloni, patriarca da família, na lida diária do campo, fazendo viagens cada vez mais constantes entre Vargem Grande do Sul, no estado de São Paulo, e as novas terras mineiras. Uma amizade que ainda traz muitas boas lembranças e um aperto no peito pela “saudade do amigo que partiu cedo demais”, relembra Tunico em meio a tantas outras histórias.

São mais de 20 anos levando e trazendo cargas e encomendas para a AgroBeloni, tempo que deu a ele a oportunidade de continuar a vida agora em Patrocínio. Se ele está bem? “Olha, eu não posso reclamar de nada. Tenho uma neta de 5 anos, cuido da minha família com o meu trabalho, tenho uma casa para morar e muitos amigos aqui da fazenda e na cidade. Então, eu só tenho que agradecer.”

 

Conte sobre essa sua história de mais de 20 anos na AgroBeloni?

Tunico: Eu comecei lá atrás, de motorista para o Sr. Jobé. Trabalhava com caminhão, trator e fazia de tudo um pouco nas fazendas. Viajava bastante levando as sementes de batata e o que mais precisasse. E faço isso ainda hoje, mas agora apenas na camionete. Convivo com a família Beloni há muitos anos e vi esses meninos (Fernando e Carmelo) crescendo desde pequenos. Então, me sinto muito satisfeito de ver como a AgroBeloni cresceu, com emprego para tanta gente. Se olhar lá no começo, a gente trabalhou bastante mas valeu a pena. Então, eu posso dizer que é uma história bonita, com muitas alegrias nesse tempo todo.

 

E nesses anos, os valores da empresa nunca mudaram, certo?

Tunico: E nunca vai mudar, porque é o jeito deles. Esse cuidado com as pessoas que trabalham aqui é muito importante, por isso, todo mundo se sente bem aqui. A gente se sente mesmo uma família, que é bem tratado sempre que precisar.

 

A sua vinda para Patrocínio, foi tranquila?

Tunico: Eu me adaptei rápido, já gostei da cidade quando cheguei. Era um pouco diferente de hoje mas eu me senti bem aqui. Hoje eu saio para fazer algo da empresa e encontro pessoas que conheci nesses 20 anos morando aqui. Tenho também os colegas de AgroBeloni, todos me tratam muito bem. Então, eu gosto da minha vida aqui.

 

E para o futuro, o que você espera para daqui alguns anos?

Tunico: Eu acho que a empresa vai continuar crescendo, com mais funcionários trabalhando. E eu fico muito feliz de ver isso. Pra mim, espero continuar ajudando e trabalhar bastante também, porque eu gosto do que faço. Eu tenho a minha família em Vargem Grande mas eu me sinto muito agradecido de estar aqui.



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